Mitos e verdades sobre a carne de porco.

Dia a dia, Tudo Mais
25/02/15

Durante anos deixei de fazer carne de porco por medo de contrair teníase ou cisticercose (sem nem saber ao certo do que se tratavam esses males). Além disso, acreditava ser uma carne gorda e “cheia de colesterol”, portanto, inimiga de quem segue uma dieta saudável.
No entanto, em um bate papo com a minha amiga e nutricionista Ana Kika Chaves, ou somente Kika, esses dois fatores que me impediam de preparar essa carne tão saborosa foram definitivamente desmistificados, e hoje faço meu lombo assado sem qualquer medo ou peso na consciência.

EVITANDO AS DOENÇAS

Logo de cara fiquei chocada quando Kika me contou que as doenças que eu tanto temia (e ainda temo!) entre outras, podem ser transmitidas por meio de qualquer tipo de carne, e não apenas a de porco.

Ocorre que toda carne de procedência duvidosa, ou seja, (i) vinda de animais criados em condições de higiene precárias, (ii) mal conservada ou (iii) sem passar pelo processo de cocção adequado, pode aumentar as chances de se contrair algum desconforto ou até essas doenças mais graves.

Hoje em dia, com a rigidez das regras estabelecidas e a fiscalização da Vigilância Sanitária, a chance de contaminação (e aí também vale para todas as carnes) pode ser quase inexistente.

Para não haver dúvida e garantir a sua segurança, observe essas dicas:

1) escolha açougues ou supermercados de sua confiança;

2) procure na embalagem por um selo de qualidade;

3) certifique-se da boa procedência da carne;

4) consuma sempre a carne BEM PASSADA pois o cozimento pode eliminar as larvas transmissoras.

E, AFINAL, CARNE DE PORCO É SAUDÁVEL?

Kika confirmou o que eu já ouvia há um tempo, sem saber se era verdade: a carne de porco, ao contrário do que se acreditava no passado, é super saudável e fonte de proteína, vitaminas e minerais. Se você souber escolher os cortes certos, eles podem ter a mesma quantidade de gordura que um frango, por exemplo.

O segredo, aqui, para quem quer manter uma alimentação saudável, é fugir dos cortes mais “gordos”, como, por exemplo, toucinho e bacon. Já um filé mignon suíno, picanha ou bisteca são considerados magros e saudáveis, e seu consumo é altamente recomendado.

Mas, não adianta só escolher o corte certo: se você quer fugir da gordura, consuma a carne de preferência cozida, grelhada ou assada. Evite frituras e lembre-se, sempre bem passada.

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Essa foto eu tirei do livro da Dona Benta, esse AQUI.

Já viu nossas receitas de picanha suína com molho de laranja e lombo assado? Tem alguma pra compartilhar? Conte pra gente!! Deixe nos comentários ou mande por e-mail para joana@santomenu.com.br

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