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7 coisas que aprendi pesquisando para o Santo Menu e adorei

Dia a dia, Tudo Mais
23/02/16

Em 22 de setembro do ano passado o Santo Menu fez 1 ano e a data acabou passando batida. Depois veio a correria de fim de ano, férias, carnaval, e aqui está o post que queria ter publicado lá no aniversário do blog!

Confira a seleção de 7 coisas que aprendi nesses 1 ano e 5 meses e adorei. Algumas vieram para esclarecer dúvidas que me rondavam há tempos, e outras me fizeram mudar hábitos na cozinha para sempre. Para saber mais sobre cada uma delas, basta clicar no título:

1. DIFERENÇA ENTRE OVOS DE GRANJA, CAIPIRA E ORGÂNICOS.
Sempre tive essa dúvida, até que resolvi pesquisar a fundo a resposta e nasceu esse post. Depois disso, passei a comprar apenas ovos caipiras ou orgânicos (esses últimos quando o preço não está impraticável).

2. DIFERENÇA ENTRE OS QUEIJOS ROQUEFORT E GORGONZOLA
.
Um dos posts mais acessados do Santo Menu – sinal de que muita gente não sabe diferenciar essas duas maravilhas. Se você é uma dessas pessoas, clique aqui e confira!.

3. TUDO SOBRE TÁBUAS DE CORTE.
Junto com o post dos queijos, está entre os mais acessados. Clique e descubra tudo o que você precisa saber sobre as tábuas de corte – de madeira, bambu, vidro, polietileno, como higienizá-las corretamente e mais…

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4. APRENDI A PREPARAR LEGUMES ASSADOS PERFEITOS.
Um post que reune 10 dicas de ouro que vão fazer você querer preparar legumes no forno todos os dias.

5. OS TIPOS DE COGUMELOS.
Aprendi as diferenças entre os tipos de cogumelos e como higienizá-los.

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6. APRENDI O QUE É MISE EN PLACE, e que eu já fazia sem saber! Super importante, pode parecer frescura mas otimiza o tempo de preparo de cada receita.

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7. E esclareci, com minha amiga nutricionista Kika, MITOS E VERDADES SOBRE A CARNE DE PORCO. Passei a comer lombo assado e picanha suína sem qualquer preocupação.

Foram tantos os aprendizados que já tenho uma lista de outros 7 para um próximo post!

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Dez dicas para os legumes assados ficarem perfeitos

Dia a dia, Legume, Livro do mês, Receitas, Tudo Mais
21/10/15

Legumes assados é um acompanhamento que não tem muito erro, mas se você seguir essas dez dicas (quase todas aprendi no Cozinha Prática), o sucesso pode ser muito maior:

1) Preaquecer o forno sempre, e assar em temperatura média (tipo 200 graus);

2) Cortar os legumes em pedaços uniformes – não é frescura, só assim todos assam por igual e evita de um pedaço fininho queimar enquanto outro mais grosso fica cru;

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3) Lambuzar os legumes com azeite (espalhar com as mãos é a melhor pedida);

4) Respeitar o tempo de forno de cada legume. Alguns, como brócolis, assam bem rápido. Outros, tipo abóbora, demoram mais. Se colocar os dois juntos, pode ficar um cru e o outro queimado;

5) Temperos dão um toque a mais: algumas ervas frescas podem ser misturadas junto com os legumes pois adoram forno (alecrim, tomilho, sálvia), mas cuidado que algumas outras queimam fácil e não ficam tão boas quando assadas. Ouse nos condimentos (pimenta-do-reino, canela, cominho, páprica).

Sálvia é super pouco usada por aqui, mas fica uma delícia com abóbora, por exemplo. Tem que bezuntar bem no azeite para não queimar no forno:

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Batatas combinam muito bem com alecrim:

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6) Alho: distribuir pela assadeira alguns dentes, com casca mesmo. Depois você tira a casca e come, ficam deliciosos, derretem na boca;

7) Essa regra é fundamental: nunca amonte os legumes. Disponha na assadeira de forma que não encostem um no outro. Um espacinho entre eles garante que o ar circule e assem por igual, ficando crocantes;

8) Na metade do tempo, dê uma mexida e vire os legumes com uma pinça;

Abóbora bezuntada no azeite e cominho, alecrim por cima (se fosse hoje, eu teria dividido essa quantidade em duas assadeiras, para garantir o segredo número 7 acima):
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9) Alguns legumes, como as batatas, podem ser levemente cozidas antes de ir para o forno. Aí é bom secar bem com um papel toalha antes de lambuzar no azeite. Veja essa receita de batatas com alecrim.

10) A melhor assadeira para assar legumes (que no Rio chamam de tabuleiro, mas ainda não acostumei) é antiaderente e mais rasa, para o ar circular melhor entre cada pedaço, como essas, que usei nessa receita de cenouras assadas:

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Todos as receitas que já fiz foram antes de conhecer esses segredos. Tenho certeza que a partir de agora meus legumes assados vão ficar bem melhores!

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Dicas para preparar frango grelhado

Dia a dia, Tudo Mais
23/09/15

Não sou super expert em frango grelhado mas como já recebi várias mensagens de leitores perguntando como para fazer o filé (que na verdade é bife) ficar saboroso, aqui vão algumas dicas que podem ajudar (e quem quiser compartilhar mais dicas aí embaixo, nos comentários, vou adorar!!).
Depois de publicado o post acrescentei alguns detalhes que aprendi com a Rita Lobo no livro Cozinha Prática e achei importantes.

1. Começo o preparo tirando as gordurinhas e nervos do peito de frango (diferente do que eu pensava, segundo a Rita Lobo, esses que a gente compra na bandejinha, geralmente sem pele e sem osso, são peitos de frango divididos em filés. O peito inteiro seriam dois desses filés juntos.).

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2. O peito filé de frango, em geral, é meio alto. Divido-o em 2 ou 3 filés bifes (eu chamava de filés, mas a Rita Lobo me ensinou que são bifes. A parte de trás do peito, meio solta, é o sassami).
Dessa forma, grelha mais rápido, não corre o risco de ficar cru por dentro e nem torrado demais por fora.

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3. Marinar o frango por pelo menos uns 10 minutos dá um sabor especial. Você pode preparar uma marinada, por exemplo, com alho, o suco de uma fruta cítrica (limão, laranja, laranja-lima) e alguma erva (alecrim, salsinha).
* Edição posterior: realmente, o frango é uma carne magra e por isso resseca com muita facilidade. A Rita Lobo ensina que podemos hidratar o frango deixando-o em uma espécie de soro com uma colher (sopa) de sal, 1 colher (chá) de açúcar e água. É só esfregar esses temperos no frango, cobrir com água e deixar descansar por 20 minutos na geladeira, ou no máximo meia hora. Depois, retirar da água, lavar bem em água corrente e secar bem com papel toalha ou pano de prato limpo.
Eu acredito (sem nenhum embasamento técnico) que a marinada, como eu disse acima, ajuda a hidratar sem precisar passar pela salmoura.

4. Não são nada fundamentais, mas gosto de usar pinça e pincel. A pinça facilita na hora de pegar (e levantar a bordinha pra ver se a parte de baixo já dourou), e o pincel é ótimo pra espalhar o azeite (ou óleo) na frigideira de um jeito uniforme.
No livro da Carolina Ferraz tem a dica de usar borrifadores (que pretendo comprar assim que achar pra vender).

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5. Depois de passar o azeite (ou óleo) na frigideira, leve-a ao fogo alto baixo (também dica da Rita Lobo é grelhar o frango em fogo baixo, e não alto, como eu fazia, para não queimar por fora pois, diferente das outras carnes, ele não precisa ficar mal passado por dentro). Só coloque o frango quando estiver BEM QUENTE.
DICA: Coloque 2 filés no máximo. Se colocar muitos, a panela esfria e eles irão soltar água e aí, ao invés de grelhar, vão cozinhar.
*edição: não tinha esse hábito até ler no livro Cozinha Prática, mas secar o frango com um papel toalha antes de ir para a frigideira para que ele doure, ao invés de cozinhar, é uma boa.

6. Colocou o bife? NÃO MEXA! Resista às tentações de “espremer” ou esfregar o frango na panela. Vá fazer outra coisa e deixe cerca de 2 minutos. Levante a bordinha pra ver se já dourou embaixo e, se sim, vire. Caso contrário, deixe mais um pouquinho.

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7. Depois de virar, deixe mais uns 2 minutos e seu bife estará pronto.
Não esqueça de compartilhar com a gente aí nos comentários se tiver outras dicas!

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